Dois anos depois do assassinato do advogado Elvino Dias e do jornalista e cineasta Paulo Guambe, o processo continua sem um desfecho judicial. Organizações e figuras políticas voltaram a exigir esclarecimentos.
Assinalaram-se esta segunda-feira, 19 de outubro, dois anos sobre o assassinato de Elvino Dias e Paulo Guambe, ocorrido em Maputo em 2024.
O advogado Elvino Dias e o cineasta Paulo Guambe foram mortos na madrugada de 19 de outubro de 2024. Dois anos depois, o processo continua em fase de instrução preparatória.
A situação voltou a gerar críticas e pedidos de esclarecimento. A Rede Moçambicana dos Defensores de Direitos Humanos defendeu que as autoridades devem esclarecer as circunstâncias do crime e garantir o apuramento das responsabilidades.
Também Venâncio Mondlane voltou a pedir uma investigação independente, questionando a forma como o processo tem sido conduzido.
As autoridades judiciais afirmam que continuam a realizar diligências destinadas a identificar os responsáveis pelo crime.
O caso permanece como um dos episódios mais sensíveis do período político recente de Moçambique.











